Quentin Tarantino nasceu em Knoxville, Tenessee. Seus pais eram Tony Tarantino, ator e músico de ascendência italiana, e Connie McHugh, descendente de irlandeses e índios Cherokees.
Sua estética baseia-se numa impressionante composição visual (os enquadramentos são ímpares), tende a ousar quando coloca diálogos filmados de dentro do porta-malas.
Tudo fica bom em Tarantino até o famigerado “mas”. Vou elucidar alguns deles.
A ação da cena é orquestrada brilhantemente, MAS fica sendo apenas uma luta, ou uma caminhada, ou um fuzilamento, com um enquadramento lindo.
Os diálogos são metricamente pontuais, MAS ficam sendo apenas palavras faladas, sem graça e às vezes muito cansativos.
Tarantino acerta quando faz violência-cômica. Exemplo é a sincronia em que a torradeira dispara pra cima as torradas e Butch transforma Vincent Vega em peneira. (Seqüência de Pulp Fiction).
Reservoir Dogs funciona quando é o puro filme de ação-cômica de Tarantino.
Pulp Fiction é engraçadíssimo quando fala sobre o hambúrguer ao mesmo tempo em que intimida. Mas é isso. Nada a mais, nada a menos. Isso é o bom de Tarantino. Para o resto, seria melhor o silêncio.
Sabe quando você precisa dobrar a roupa pra colocar no armário? Pulp Fiction é perfeito pra distrair nessa hora!
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