Como podemos receber a informação de que o governo iraniano impediu o diretor Jafar Panahi de participar do Festival de Berlim.
E que a maioria de seus filmes são censurados no Irã.
Jafar é conhecido pelo tom crítico como trata o governo opressor iraniano.
Então, além de um diretor de sucesso, Jafar carrega uma voz ativa e de respeito.
Aqui no Brasil, Arnaldo Jabor usa seu engajamento sábio para editar grandes pensamentos (altamente recomendado o livro “PORNO POLÍTICA”).
Uso esses dois pra representar tanto nossa carência quanto nosso orgulho. Aqui, já não somos mais censurados, mas ficamos cada vez mais “apagados” pelo “lixo caro” que ocupa nossa televisão e nosso cinema.
Mas, nossa vontade é ressuscitada cada vez que um “destes” usa sua voz.
Através do cinema, em seus filmes, ou da televisão e outros meios, Jafar e Jabor são frutos que apontam falhas.
Irã e Brasil sonham em ser grandes. Mas antes, algumas questões básicas precisam ser resolvidas.
Lá, o povo se revolta e aqui as instituições são sólidas, confiáveis e democráticas.
Quem sabe um dia cada um não vê o que há de bom no outro.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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